Foto 04.1 - Uruguai

Editorial: Expressões artísticas na rua

É difícil saber desde quando o ser humano utiliza de suas capicidades motoras e criativas para a arte. Hoje, no ano de 2015, qualquer canto é propício para nós, humanos, nos expressarmos artisticamente.

Nossas reportagens foram a diversas cidades do nosso país para mostrar como a arte de rua está em todos os lados. Pelotas, Porto Alegre, São Paulo, Bauru e Belo Horizonte: várias cidades de diferentes portes, diferentes movimentos e diferentes tipos de expressão. Mas, seja como for, ela está lá.

Se o Brasil parecer pouco, fomos aos nossos vizinhos mostrar algumas das peculiaridades e belezas. A 298 km de distância de Montevidéu, no Uruguai, fomos até a Punta del Diablo para ter contato não só com a beleza natural, mas também com aquilo que tem a marca humana. Em Santiago, no Chile, a mesma coisa.

Por meio das pinturas, músicas, apresentações e outras expressões, a população encontra um jeito de falar sobre aquilo que sente, o que presencia, o que vive. Portanto, o contexto socioeconômico e político é, obviamente, essencial. Atentamos para debater a relação entre a produção cultural da periferia e aquela que é “mais aceita”, digamos assim. Também mostramos como manifestações artísticas do passado sofreram mudanças internas e externas.

As feirinhas que existem em quase todas as cidades pelo Brasil são muito importantes tanto para quem compra, que pode achar aquele item de artesanato que procura há tanto tempo, quanto para os artistas, que encontram um apoio financeiro para sua produção. Visitamos algumas das principais em São Paulo, a da Liberdade, a da Praça da República, a do MASP e a da Praça Benedito Calixto, e mostramos como é o comércio e os aspectos mais escondidos (e burocráticos) essas exposições.

Por fim, também buscamos mostrar como, além de influenciarmos o ambiente, as ruas também influenciam nossas produções (e Caetano e Criolo, por exemplo, mostram em suas canções como a cidade os inspirou).

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